Tolices ®

09/11/2009 at 11:40 AM 19 comentários

Queria te contar como fica a minha casa quando você não vem, mas não sou dessas mulheres que transferem as suas carências e transformam em plágio o coração. Se você não chega, não é porque a porta está fechada ou porque a cortina se perdeu. O que se perde são os rumores, os amores de cada um. Te escrevo, agora, porque me ocorre que nenhum de nós sabe quando é a hora de partir e a hora de ficar. Criamos projetos demais, expectativas demais, loucuras demais e acreditamos, de forma um tanto tola e quixotesca, que só esse tipo de romance é que perdura.

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Aos vivos Cafajeste! ®

19 Comentários Add your own

  • 1. Marininha  |  09/11/2009 às 12:12 PM

    Te acho linda em prosa!

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  • 2. Clara Morais  |  09/11/2009 às 12:42 PM

    Eu gosto quando você escreve como se estivesse pensando alto… parece recolher os pensamentos do mundo e despejar no blog.

    Responder
  • 3. Ana  |  09/11/2009 às 12:46 PM

    Putz! Identificação total. Mas eu acho que tô transferindo minhas carências. Elas estão inundando meu dia…

    Responder
  • 4. Luana  |  09/11/2009 às 12:52 PM

    Minha amiga… as carências é que são plagiadas…

    Responder
  • 5. marjoriebier  |  09/11/2009 às 1:04 PM

    Meninas… clube da Luluzinha para debater o post??? rsrsrs… vocês são lindas.

    Responder
  • 6. Marcelo Cruz  |  09/11/2009 às 1:22 PM

    Nem só de Luluzinha sobrevive o céu da boca!

    Responder
  • 7. Gian Fabra  |  09/11/2009 às 1:50 PM

    só quando as expectativas, os projetos e as loucuras morrem, é q nasce o amor. Mas é tão comum confundir o fim da paixão com o fim do romance… Feliz quem percebe a diferença em tempo.

    e se pensar bem, não saber a hora de partir é uma benção.

    faço minhas as palavras da Clara.
    adoro.
    bjs

    Responder
  • 8. marjoriebier  |  09/11/2009 às 1:53 PM

    Gian… você é lindo na sua inteireza!

    Responder
  • 9. mara  |  09/11/2009 às 2:15 PM

    ah, o amor!!!

    quão quixotesca sou…

    Responder
  • 10. Talita Prates  |  09/11/2009 às 3:21 PM

    Bonita,
    perfeito!
    Concordo com vc até mesmo nas vírgulas.
    Mas… será que um dia aprendemos?
    Como é difícil deixar pra trás tanta influência dos contos de fada!
    Como esse mito do amor-romântico-cortês nos persegue!
    Como é difícil termos encontros “nus”, como “rezei” nesse poema meu:
    http://historiadaminhaalma.blogspot.com/2009/08/da-nudez-outra.html

    Bjo grande.
    Boa semana.🙂

    Responder
  • 11. marjoriebier  |  09/11/2009 às 3:26 PM

    Mara… somos!

    Ta… eu adoro esse poema!!!

    Responder
  • 12. Roberto  |  09/11/2009 às 3:44 PM

    Guria, guria….Teus textos são como pílulas anti estresse nesse meu mundo cão. Ah quem me dera ter um pouquinho desse teu dom de transformar tudo em sutilezas, em leveza, em belas passagens que arrancam suspiros.
    Mais uma vez parabéns.

    Responder
  • 13. marjoriebier  |  09/11/2009 às 5:45 PM

    Roberto… bom te ver por aqui!

    Responder
  • 14. Enrico  |  09/11/2009 às 6:01 PM

    Como você me dói às vezes, Mar…

    Responder
  • 15. Renata  |  09/11/2009 às 8:43 PM

    Muito sensata.

    Mas senti que, no fundo,
    você queria, sim,
    contar como fica a minha casa
    quando ele não vem…

    Que romance
    está isento
    dessas tolices? : )

    Beijo,
    doce de lira

    Responder
  • 16. Ivan  |  09/11/2009 às 11:45 PM

    Hummm… bonito isso… mas, confesso que sou burro para essas coisas que se escrevem dessa forma.. mas acho bonito. Vale?

    Ivan.

    Responder
  • 17. Rafaela  |  10/11/2009 às 12:03 AM

    ahhh, reproduzo aqui todos os comentários amorosos, anteriores a mim – agora q só posso fazê-lo neste horário ou próximo a. “/

    pq vc deixa o céu sempre mais estrelado – mesmo sendo o da boca, sim.
    *-*

    beijo, flô!

    Responder
  • 18. mara  |  10/11/2009 às 3:23 AM

    O Enrico “expressou minha alma”: Como você me dói às vezes…

    mas não é vc Mar…jorie!

    bjin…

    Responder
  • 19. Régis Antônio Coimbra  |  15/11/2009 às 7:09 PM

    Se eu não me permitir ser tolo, não amarei ninguém. Isso seria muita tolice… mas a tolice errada… ou certa demais.

    Ai, ai… Sim: obviamente estou pronto para o amor.

    Responder

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