Poeminha analógico ®

23/09/2009 at 3:00 AM 17 comentários

Computador

Internet

Celular com e-mail

DVD

TV com fibra ótica

Agenda eletrônica

Câmera digital…

.

De que adianta?

Meu coração continua analógico.

*

(clique aqui e ouça Heartbeats na voz de José Gonzáles)

*

Anúncios

Entry filed under: Perplexidades.

Pura constatação ® Paralelas ®

17 Comentários Add your own

  • 1. Rafael Dreweck  |  23/09/2009 às 11:27 AM

    Um coração lindo…

    Responder
  • 2. CARLOS SOARES  |  23/09/2009 às 11:30 AM

    Gostei desse “coração analógico”. Original e criativo.beijos

    Responder
  • 3. agendapublicidade  |  23/09/2009 às 12:22 PM

    E a promoção?? Vai sair??? Quando???

    Responder
  • 4. marjoriebier  |  23/09/2009 às 12:26 PM

    Siiimmm… vai ter a promoção. Semana que vem eu anuncio!!!! Fica de olhoa, guriadedeus!!!

    Responder
  • 5. Edith Janete Schaefer  |  23/09/2009 às 12:54 PM

    Hehehe…
    Corações são analógicos mesmo…pelo menos o meu!
    Música liiiiiinda!!! Não conhecia!!

    Responder
  • 6. Rafaela  |  23/09/2009 às 12:57 PM

    eu acho q vc entendeu/traduziu meu atual momento!
    [q bom q não to tão só…]

    beijo, flô

    Responder
  • 7. Marininha  |  23/09/2009 às 1:13 PM

    Ela chega devagarinho… e chuta a porta! Adorei!

    Responder
  • 8. Rafael  |  23/09/2009 às 2:18 PM

    Ainda bem!!! De cérebro eletrônico já basta a música… já pesnou se ainda tivesse o coração?

    Responder
  • 9. Régis Antônio Coimbra  |  23/09/2009 às 2:36 PM

    Hum… coração é metáfora de muitas coisas. Meu corpo todo é analógico e, sim, . Isso lembra-me uma piada que adapto:

    O Mestre se dirige aos seus discípulos, que até então tinham uma relação estritamente digital com Ele.

    -Tião!
    -Sim, Mestre?
    -Tião, beija minha mão analógica.

    Tomé!
    -Sim, Mestre?
    Tomé, beija meu pé analógico.

    -Nicolau!
    -…
    -…hei, Nicolau! porque foges de mim?

    Bom, participei de uma lista de discussão por emails cuja temática era Atendimento Mediado Por Computador (o nome era ATMC Debate). Lá se discutia se é viável atender pacientes por computador. Na época, aliás, engatinhavam as tecnologias que hoje permitem até troca de áudio e vídeo pela internete. O modelo principal era emails (contato assincrônico) , e telefone e atendimento “cara a cara” (sincrônicos).

    Eu nunca tive dúvida de que em psicologia era plenamente viável o atendimento mediado por computador (assincrônico), embora alguns colegas ou ex-colegas (de meu passado de psicanalista) dissessem, citando Freud um tanto descontextualizadamente, que não se podia atender alguém “in absentia” e “in effigie”. Inclusive nesse período submeti-me a um tratamento por email com um psicanalista de São Paulo que conheci nessa lista de discussão por emails, tratamento o qual me foi muito eficaz (e vagamente lucrativo para meu tele-psicanalista).

    Pela sutil piada que adaptei acima, no entanto, tentei sugerir que há limites para os meios digitais… ao menos atualmente. Claro que o sexo virtual é possível… mas é ainda pior do que o seguro apenas com barreiras de látex, tripa de carneiro etc. É frustrante.

    Hoje, curiosamente, li hum dos jornais que uma inglesa se suicidou por efeito de bullyng via site de relacionamento… acho que o Facebook. Ainda mais assincrônico, temos o curioso precedente do para mim um tanto aborrecido “Werther”, que levou tantos ao suicídio. Ou seja, a relativa aridez do contato epistolar tradicional ou via internete não é um obstáculo para o coração. Muito ao contrário. É como ler um livro… O problema é que é mais fácil de corresponder ao, ahmn… amor de Jesus por mim um tanto abstratamente do que em corpo e sangue… mesmo.

    A grande diferença é que à distância, por meios virtuais etc, lidamos, ok, com as idéias e sentimentos do outro, mas de modo ainda mais arriscada do que cara a cara (etc a etc). Lidamos, portanto, muito com nossas fantasias ou projeções. É a diferença de ler um livro ou texto, livres para escolhermos muitos detalhes “cenográficos” e vermos a interpretação mais determinada de um cineasta, com cenários, figurinos e atores… e estes com específicos rostos, narizes, cabelos, vozes etc.

    Nesse sentido, é engraçado como eventualmente um cineasta resolve contrariar fortemente um autor literário. As “mocinhas” de Graciliano Ramos eram sempre louras e Madalena não foi exceção… mas no filme Hirszman, de de 71, com Othom Bastos no papel de Honório, Madalena é interpretada pela morena e mesmo trigueira Isabel Ribeiro. O engraçado é que vi primeiro o filme e depois li o livro… e ao ler o livro, “minha Madalena” era morena e mesmo trigueira como Isabel Ribeiro – e, bem… como outros fantasmas da minha memória afetiva de até então.

    A diferença, enfim, está na sensualidade. Os meios digitais parecem-me ótimos para contornar muito pontual e brevemente distâncias espaciais. Mas se cara a cara a paixão ou encantamento nos cega para os reais detalhes do ser amado, por carta de papel ou recursos digitais que reduzem o outro a texto ou sons e imagens precárias ou, precárias ou não, sem cheiro, toque, calor etc… bom, aí piramos numa radicalização dessa auto-referência das relações amorosas – isso é, o tanto de nós mesmos (ideais, traumas, expectativas, receios) que projetamos no outro.

    Se o outro não está ali, concretamente, com suas suavidades e asperezas, não só das palavras, mas da voz, mãos “etc”… quedamo-nos perigosamente narcísicos, muito próximos do afogamento. Sem chances de florecimento sem que se agende uma superação disso.

    Em tempo, aquela autora do livro (que não li) “a casa das sete mulheres” que virou minissérie ou algo assim… Ela (um sobrenome polonês) e outros encontraram par por meios virtuais e publicou com um que encontrou assim e casou um livro a respeito, acho que com os emails que trocaram antes de se mais solidamente conhecerem.

    Eu, aliás… láraraa…

    Bom, conto um fato antigo e desastrado: há uns 9 anos achei uma moça muito inteligente por emails; depois achei sua voz muito sensual por telefone… e, por fim, após uns quatro meses etc a etc concluí que eu era uma pessoa muito mais fútil ou superficial do que pensava.

    Responder
  • 10. MissUniversoPróprio  |  23/09/2009 às 2:44 PM

    Hum…gostei daqui…tow seguindo! =*

    Responder
  • 11. Fabio Basso  |  23/09/2009 às 4:04 PM

    Tira da tua vida o Computador, a Internet, o Celular com e-mail, o DVD, a
    TV com fibra ótica, a Agenda eletrônica, a Câmera digital…
    …aposto que teu coração deixará de ser analógico…… ….

    Responder
  • 12. marjoriebier  |  23/09/2009 às 4:04 PM

    rsrsrs… muito menos digital!

    Responder
  • 13. MissUniversoPróprio  |  23/09/2009 às 4:38 PM

    Oba!!! Apareço, sim, querida! Obrigada! =** 😉

    Responder
  • 14. Ricardo Valente  |  23/09/2009 às 4:43 PM

    Precisa de um adaptador, transformador?
    Nem a pau?
    hehe
    Beijo! (bommm)

    Responder
  • 15. Andressa  |  23/09/2009 às 4:58 PM

    Analógico é bom!! É só alguém dar corda….rsrsrs

    Responder
  • 16. marjoriebier  |  23/09/2009 às 5:05 PM

    hahahahahaha… safada!

    Responder
  • 17. Marininha  |  23/09/2009 às 7:17 PM

    Até parece uma guria direita (revisitei só pra escrever isso…)…

    hauhauhauhau

    Responder

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Trackback this post  |  Subscribe to the comments via RSS Feed


Sigam-me os bons!


%d blogueiros gostam disto: