Poliglota ®

14/09/2009 at 12:24 PM 14 comentários

Hoje,

tudo o que tiver tua voz pausada,

teu cabelo originalmente desarrumado,

tua perplexidade diante das coisas,

me soa como um dos

melhores idiomas para o coração.

.

A língua muda através dos afetos.

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Botecagem Nunca te vi, sempre te amei ®

14 Comentários Add your own

  • 1. Marininha  |  14/09/2009 às 1:13 PM

    A Marjorie bebe três dias seguidos e fica romântica… ahahahahaha!

    Responder
  • 2. Marcelo Cruz  |  14/09/2009 às 1:26 PM

    Ainda não me habituei com esse abandona do final de semana. A visita diária fica comprometida… e eu um órfão desesperado!

    Responder
  • 3. Luana  |  14/09/2009 às 1:43 PM

    Por vezes afiada e bem humorada, por outras doce e apaixonada. Os sentidos habitam esse céu.

    Parabéns pelo teu blog e pela coluna no jornal. Teu texto simples e bem redigido tem atraído atenções.

    Responder
  • 4. marjoriebier  |  14/09/2009 às 1:55 PM

    Luana… bem vinda.

    Recebi teu email tão carinhoso… passei o telefone que havias solicitado. Claro que posso ir até a escola de vocês. Apenas diga-me a idade da meninada e o que estão pensando para as palestras. Assim fica mais fácil para eu me organizar por aqui.

    Um beijo

    Responder
  • 5. Régis Antônio Coimbra  |  14/09/2009 às 3:39 PM

    Escalada

    Ontem, teu encanto
    Hoje, tua excelência
    Amanhã, “tua” pensão
    Sempre me exasperas

    Quando te não conhecia, sonhava-te
    ao te conhecer pensei ter enlouquecido
    e não acreditei quando me correspondeste

    Se a morte não nos separar assimétricos
    a separação nos matará enantimorfas
    metades insepultas do par fendido

    Vivamos antes pelas erráticas horas
    pois os dias, meses ou anos só depois
    serão para a contabilidade precisos

    Responder
  • 6. Rafaela  |  14/09/2009 às 4:37 PM

    lembrei d’o rio meu:

    “…queria molhar as palavras
    que saem dos meus olhos
    com saliva de uma boca,
    tugindo o silêncio
    que seca meu peito,
    e redizer meu corpo
    numa enchente de lágrimas…”

    e hj tá um dia danado de bom pra mergulhar na poesia: quente, mas chuvoso… delíiicia!🙂

    besos

    Responder
  • 7. Rafael Dreweck  |  14/09/2009 às 4:40 PM

    Amores de asfalto. Adoro a tua poesia urbana.

    Responder
  • 8. marjoriebier  |  14/09/2009 às 5:30 PM

    Régis… a poesia é remetente.

    RafaelAAAA -> aqui tamborila um coração… não liquefeito.

    RafaeLLL -> liberdade undress… vestida de palavras!

    Responder
  • 9. Rafaela  |  14/09/2009 às 6:08 PM

    hahahahahahahahaha
    ahhh, muito origada pela ênfase nos interlocutores! ;P

    =*

    Responder
  • 10. Clara Morais  |  14/09/2009 às 7:30 PM

    Tão bonita em prosa…

    Responder
  • 11. Renata  |  14/09/2009 às 7:37 PM

    UAU! : )

    Responder
  • 12. Ricardo Valente  |  14/09/2009 às 10:17 PM

    gostei bastante dessa língua poliglota…
    beijão!

    Responder
  • 13. daufen bach.  |  15/09/2009 às 6:34 PM

    Olá Marjorie,
    teu cantinho também é especial, crônicas maravilhosas e poesia de alta qualidade, lugar para se inspirar.
    que bela proposta essa! tenho certeza que será um sucesso as cartas de Amor… Flaubert ja escrevia para sua “Madame Bovary”. Pessoa ja disse que “rídiculas são as pessoas que nunca escreveram cartas de amor…eu, particularmente, adoro cartas e, de amor então, Perfeito!

    Parabéns a ti pela doçura do espaço e sorte com tuas cartas.

    daufen bach.

    (ja ouviu aquele cancãozinha “Cartas”, na voz de Renato Russo?… singela, mas uma maravilha!)

    Responder
  • 14. Talita Prates  |  17/09/2009 às 10:48 PM

    LINDO, LINDO, LINDO!

    Parabéns!🙂

    Responder

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