Botecagem

11/09/2009 at 11:33 AM 33 comentários

Hoje não tem post porque eu estou envolvida até a alma com a tal botecagem. A bebida sei que está gelando, muitas pessoas confirmaram a presença, ainda não escolhi a roupa, provavelmente mate a academia e tenho uma reunião pouquinho antes da festa. Dia nada cheio! Beijooos

Entrada e cerveja free até meia-noite para os 20 primeiros.

Entrada e cerveja free até meia-noite para os 20 primeiros.

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Caridade ® Poliglota ®

33 Comentários Add your own

  • 1. Edith Janete Schaefer  |  11/09/2009 às 11:45 AM

    Puxa, se não fosse tão longe…
    Pensamos em ir, mas eu tenho que estar em Teutônia no domingo…
    Bom, ótima festa (não tenho dúvida nenhuma que será…hehe)!! Quando vieres pra cá comemoramos de novo!
    Beijinho

    Responder
  • 2. Rafaela  |  11/09/2009 às 11:56 AM

    presenciar-me-ei em pensamento!😉
    besos

    nós dançando, uhuuu:
    _õ/ \õ_
    Y Y
    /\ |\

    haha

    Responder
  • 3. Rafaela  |  11/09/2009 às 11:56 AM

    ahhh, chato! saiu da direção!😦
    tava bonitinho!

    Responder
  • 4. marjoriebier  |  11/09/2009 às 12:23 PM

    HAHAHAHAHA!!!

    Nós bossa e o Mc Buiu afundando o Titanic!!!!

    Responder
  • 5. Régis Antônio Coimbra  |  11/09/2009 às 12:41 PM

    Boa festa e, após a meia-noite, feliz aniversário. Em tempo: aquilo ali onde dizes que hoje não tem post… é um post.

    Responder
  • 6. marjoriebier  |  11/09/2009 às 12:43 PM

    O aniversário é dia 16… e para bom blogueiro, meia palavra basta. Quem acompanha meus escritos sabe que isso não é um post genuíno.
    😉

    Liga o rádio… rsrsrsrs

    Responder
  • 7. Marininha  |  11/09/2009 às 12:56 PM

    Se eu não morasse em Porto Alegre e não tivesse que trabalhar nessa feliz, encantada e verde produtora, eu JÁ estaria aí.

    Vai ser afu, neguinha!!! Because u r the best ever!!!!

    ahuahuahuahua

    Responder
  • 8. marjoriebier  |  11/09/2009 às 12:59 PM

    hahahahahahahah

    Marininha é top!

    Categoria: marketing pessoal (alheio)

    ahuahuahuahu

    Responder
  • 9. Bier  |  11/09/2009 às 1:01 PM

    Que neste 11 de setembro as torres gêmeas sejam dois barrís de chope!
    Beijo, amadinha! E trata de sobreviver até o dia 16…

    Responder
  • 10. Bier  |  11/09/2009 às 1:05 PM

    Ô, esse desenho do convite – que tá muito bacana! – não é dum quadrinista nordestino? Um paraibano?

    Responder
  • 11. marjoriebier  |  11/09/2009 às 1:05 PM

    Se alguma coisa cair, que seja a casa (e que eu esteja bem longe!).

    ouiéis!!! Vai tá bem bão!!!

    Besos

    Responder
  • 12. marjoriebier  |  11/09/2009 às 1:05 PM

    O Blue alguma coisa… ele é grafiteiro! Paulista, se não me engano.

    Responder
  • 13. Enrico  |  11/09/2009 às 1:16 PM

    Credo!!! Hoje vai ter alguém nadando dentro da garrafa de cerveja!

    hahahahahahahaha

    (Tô longe, alemoazita… mas sei que se a festa é tua, vai bombar)

    Te omo!

    Responder
  • 14. marjoriebier  |  11/09/2009 às 1:20 PM

    Não Minerva!

    =***

    Responder
  • 15. Rafaela  |  11/09/2009 às 1:33 PM

    falando em rádio…
    *** [sabe o q isso quer dizer, né? rsrs]

    besos
    o/

    Responder
  • 16. marjoriebier  |  11/09/2009 às 1:41 PM

    Eu tô falando da Rádio Blá-blá-blá, Rafa!

    hahahahahaha

    Responder
  • 17. Renata  |  11/09/2009 às 3:30 PM

    Beba com moderação! (risos)
    Beijo e boa festa!

    Responder
  • 18. Rafael Dreweck  |  11/09/2009 às 3:44 PM

    Mon coeur … l’absence de cet océan entre nous, je voudrais embrasser ici et ici seulement à la fête. Je suis sûr que ce sera beau, ce sera bon et que beaucoup de gens qui aime vous serez. Je suis à Paris, au loin, mais toujours près de vous. Vie!

    Responder
  • 19. marjoriebier  |  11/09/2009 às 3:47 PM

    Rafa, c’est mon parti et je suis tout coeur.

    Je t’aime pour moi, pour les autres et pour toujours.

    Merci

    Responder
  • 20. marjoriebier  |  11/09/2009 às 3:48 PM

    Renata… duvido!

    rsrsrsrs

    Responder
  • 21. Enrico  |  11/09/2009 às 4:42 PM

    O rafael se fazendo de fino! hahahaha… baita bagaço!!!

    Responder
  • 22. Régis Antônio Coimbra  |  11/09/2009 às 5:07 PM

    Tens razão. Fui pictoricamente orientado… Associei aquele cartaz ao convite para a tua festa de aniversário, mas até acho que já te havia visto usá-lo mais casualmente.

    Quanto ao post… pode não ser para os teus padrões, mas olha o que ‘tá rendendo!

    Costumo dizer que não ouço rádio. Claro que se ligam e me amarram ou prendem (num carro), eu oiço (só para insistir que não ouço)… Quero dizer que não tenho o hábito de ouvir rádio: não tenho paciência para ficar ouvindo notícias repetidas no meio das músicas. Mas ouvia no tempo em que a Rádio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (a pioneira das rádios universitárias do país… segundo ela mesma) volta e meia estava em greve e… e… e não tinha locução (nem para dizer o que ia passar), só músicas!

    Responder
  • 23. marjoriebier  |  11/09/2009 às 5:09 PM

    Por isso rádio Blá… repete, repete, repete… rsrsrsrs

    Responder
  • 24. Rafaela  |  11/09/2009 às 5:10 PM

    ahhhhh… ‘tendiiii! sap POR FAVOR! ¬¬ hahahaha

    avec mes souvenirs j’ai allumé le feu, mes chagrins, mes plaisirs, je n’ai plus besoin d’eux…
    [sem ter a mínima do q isso quer dizer! hahahahaha]

    lhe é familiar???😀

    bisou!

    Responder
  • 25. Rafaela  |  11/09/2009 às 5:11 PM

    detalhe: nem era comigo q vc tava falando! hahahahahahahahahahaha

    ahhh, nomezinho comum pra homem, váaaa!

    Responder
  • 26. marjoriebier  |  11/09/2009 às 5:13 PM

    Devia???? rsrsrs… não me é familiar, mas é bonito!

    La douleur ne cesse pas d’être le feu … brûlures, et s’éteint.

    basiers

    Responder
  • 27. Régis Antônio Coimbra  |  11/09/2009 às 5:14 PM

    Não, não… ‘pera aí… Agora lembrei que conferi a data de teu aniversário no teu orkut e me convenci de que não era hoje, então, só podia ser amanhã. Acho que fiz o seguinte:

    O cartaz é do anversário? É.

    O dia do aniversário é hoje? Não, hoje é 11 e o aniversário é 16, então, não é hoje.

    Conclusão: então o aniversário é amanhã.

    Não cheguei ao refinamento de me questionar se amanhã seria dia 16… notadamente considerando-se que hoje é 11. Na verdade só tomei plena consciência de que hoje é 11 de setembro ao ler o comentário de teu pai.

    Responder
  • 28. marjoriebier  |  11/09/2009 às 5:14 PM

    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!
    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!
    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!

    ENTENDI AGORAAAAAAA!!!!!!!

    Responder
  • 29. marjoriebier  |  11/09/2009 às 5:15 PM

    meodeos… só dá doido por aqui (tô me desmontando de rir)

    Responder
  • 30. Marininha  |  11/09/2009 às 5:49 PM

    Gé-zus!!!!

    ahuahuahuahuahuahuahuahu

    Responder
  • 31. Rafaela  |  12/09/2009 às 2:28 PM

    hahahahahahaha só mesmo!

    sim! era pra ser! :p rs
    é trecho da música ‘non, je ne regretee rien’. lindíssima na voz de cássia! (L)

    =*

    Responder
  • 32. Rafaela  |  12/09/2009 às 2:28 PM

    *regrette

    Responder
  • 33. Régis Antônio Coimbra  |  13/09/2009 às 6:49 PM

    Sou mais o Sinatra, com:

    1. “…I did it my way”

    e

    2. “Regrets, Ive had a few”

    Em tempo, nem Piaff é a autora de “Non, je ne regrette rien”, nem Sinatra o é de “My way” a qual, aliás (para dar algum contentamento para eventuais anti-americanos de plantão), é uma versão de uma canção francesa, “Comme D’habitude” – da qual aproveita só a melodia e harmonia… mas eu diria que “Non, je ne regrette rien” inspirou um pouco o mote da letra.

    Será, mesmo?

    Minha dúvida decorre do “regrette rien” da canção francesa parecer ter mais a ver com “não lamento nada” do que com “não me arrependo de nada”. No contexto do texto como um todo, esse “regrette rien” parece dizer algo como uma contabilidade a zerar o balanço mais ou menos magicamente, hehe…: “nada me tira o sono… nem o que devi, nem o que me ficaram devendo… pois zerei o balanço, agora não importa.”

    Enfim, a canção francesa, popularizada pela interpretação de Piaff, celebra o zero a zero, expressamente tenta esquecer o passado (o que torna um tanto falsa essa conversa de que deu zero a zero e isso é bom) e se regozija com o daqui p’ra frente… sem cobrar nada de ninguém como tampouco grato por nada a ninguém, hehe…

    “My way” parece-me beeeeem mais positivo. O cara, no final da vida (“…the end is near”), apesar de uns poucos arrependimentos (“regrets, I’ve had a few”), no geral se identifica com suuuuuua vida, com suuuuuuuas escolhas, do seeeeeeu jeito (“I dit it myyyyyyyy way”). Bem melhor que celebrar o zero a zero e preferir esquecer o passado como algo que não importa… o que me sugere mais um esforço desesperado de o negar do que um sincero “não importa”.

    Não que eu seja alguém muito positivo e tal. Acho que as canções brasileiras que me ocorrem a respeito são a “Retrato bem branco e preto”, bem “negativa” e “querida”, mais positiva.

    Será, mesmo? Acho que sim.

    Em “Retrato em branco e preto” o cara parece se queixar ou para um amigo ou para uma ex ou quase ex (“trago o peito tão marcado de lembranças do passado e você sabe a razão”). O argumento principal é que sempre da errado (“já conheço os passos dessa estrada, sei que não vai dar em nada”) e mesmo assim não consegue evitar, não consegue deixar de repetir (“la vou eu de novo procurar o desconsolo que cansei de conhecer”).

    Em “Querida”, no início, há uma preocupante reiteração de que “longa é a dor do pecador”, mas em seguida à segunda vez em que isso é dito “breve é a dor do trovador”. Aqui Tom Jobim, autor de música como da canção, parece tentar falar de si, de seu consolo como trovador, isso é, do “achador”, daquele que procura e volta e meia acha uma rima, uma bela imagem, melodia, harmonia… para contar bem, belamente, uma história mais ou menos feliz.

    A propósito, escolhi essa canção para soar durante meu triunfo de formatura em Direito. Preferia alguma coisa erudita, mas achei que essa “popular” (acho que era o tema da abertura da novela “O dono do mundo”) tinha lá seu peso erudito com a referência ao “ars longa, vita brevis”, versão latina do “bios braquis, tecné macré” (não sei se os caracteres vão funcionar no post… mas mais ou menos na notação convencional atual do grego clássico: Ὁ βίος βραχὺς, ἡ δὲ τέχνη μακρὴ). O autor original, Hipócrates, se referia à medicina; o mote foi estendido para ofícios complexos, difíceis ou de longo aprendizado em geral. O texto integral atribuído a Hipócrates diz que a vida é muito breve em comparação com o tempo que se leva para aprender ou para desempenhar as tarefas, as margens para acertar são estreitas, a prática é sempre arriscada e é difícil entender e decidir…

    Mas o trecho mais poético, acho, dessa canção está nesses dois versos: “belo é jovem mergulhador na ida/ vasto é o mar, espelho do céu, querida…” O engraçado é que esse “querida” que ele colocou no final de vários versos e no título parece servir como tapa-buraco meio manjado, fácil, “pobre” e arbitrário. Mas não deixa de ser uma feliz trova, um feliz achado, típico da arte e, com sorte, da vida.

    A grande diferença entre a arte e a vida é que a arte, bem ou mal feita, nós é que pontuamos, escolhemos o momento do corte, de “the end”. A vida é pontuada pela morte, que quando é decidida pelo vivente, soa por si só, na escolha do vivente pela morte, como uma nota trágica. Se estava tão bom que o sujeito resolve-se matar, é porque encarou o futuro como dificilmente superando o que conquistou… e, enfim, soa muito mal para quem continua vivendo uma decisão assim. As pessoas geralmente evitam de pensar tão claramente a respeito… mas de certo modo intuem algo como “bah… se ele, que estava tão bem, resolveu-se matar para sair por cima, que dizer de mim, que nem cheguei a tanto e provavelmente nunca chegarei…?”

    A imensa maioria – se não todos – dos que se decidem “pontuar” o faz em desespero, seja o desespero exasperado, seja o desespero exausto. E essa imensa maioria é uma minoria. A verdadeira maioria mal decide algumas de suas vírgulas, muito menos seus novos períodos, parágrafos e final.

    A vida é um pouco como um cassino, onde até se pode ter umas vitórias, mas na média as estatísticas são radicalmente contra o jogador. É só um pouco como um cassino, pois parar quando se está ganhando, como já comentei, não é uma opção muito vantajosa. É um jogo no qual se entra sem saber do que se trata, com dinheiro emprestado que se consegue eventualmente fazer render mas se acaba perdendo, deixando de herança, quando muito, alguns novos jogadores, os quais, alguns, reclamam que não pediram para serem levados ali e, agora, também não tem muita opção.

    Tudo isso considerado, o ingrato zero a zero cantado por Piaff até já não parece tão ruim e o “fiz do meu jeito” parece mais ilusória. Mas essa é uma conclusão pouco saudável a que tendo, e que sei ser pouco saudável. Minha canção preferida a respeito é uma que nem sei bem como traduzir sequer o título “Ich bin der Welt abhanden gekommen”… algo como “eu me perdi do mundo”. Como é em alemão e por isso meio inútil postar… por isso mesmo vou postar o poema inteiro:

    Ich bin der Welt abhanden gekommen,
    Mit der ich sonst viele Zeit verdorben,
    Sie hat so lange nichts von mir vernommen,
    Sie mag wohl glauben, ich sei gestorben!

    Es ist mir auch gar nichts daran gelegen,
    Ob sie mich für gestorben hält,
    Ich kann auch gar nichts sagen dagegen,
    Denn wirklich bin ich gestorben der Welt.

    Ich bin gestorben dem Weltgetümmel,
    Und ruh’ in einem stillen Gebiet!
    Ich leb’ allein in meinem Himmel,
    In meinem Lieben, in meinem Lied!
    Como muitas canções “legais”, traduzida para o português sem uma boa dose de arte para disfarçar, vira um dramalhão ridículo (que é o efeito usual da sensibilidade mal embalada pela técnica, na arte). Não é tão difícil assim de traduzir (até porque á traduções em inglês e francês na internete para ajudar)o problema é que uma mera tradução “do que quer dizer” não capta toda a beleza do poema de Rükert que Mahler aproveitou para fazer sua canção… Ou, , enfim, o problema é que minha tradução não é poética. Mas sem mais desculpas: “eu me perdi do mundo, com o qual tanto me ocupava e que já não me importa… e pode-me considerar morto. Não me importa se me considera morto, pois não posso negar que estou morto para o mundo. Estou morto para o tumulto do mundo, descanso só num recanto tranquilo, em meu amor, em meu canto.

    Confesso que, talvez de nervoso, não consigo muito ouvir essa canção sem fugir para várias referências a diversas canções “populares” como aquela do “podem me chamar e me pedir e me rogar e podem mesmo falar mal, ficar de mal que não faz mal” principalmente no trecho “podem espalhar que estou cansado de viver e que é uma pena para quem me conheceu…” (a propósito do “Sie mag wohl glauben, ich sei gestorben!”, isso é, “pode-me considerar morto”,ladainha que ocupa as duas primeiras estrofes do poema. Mas na canção brasileira o cara não morreu para o mundo para ficar no seu cantino, como um esquizofrênico, curtindo, sozinho, o seu amor e seu canto… Ele só está na fase aguda da paixonite: podem fazer ou pensar o que quiserem, podem convidar que ele não vai, podem até espalhar que cansou de viver e é lamentável aos olhos de quem o conheceu… tudo isso é pontuado com “Eu sou mais você e e”.

    Pensando bem, a versão alemã e a versão brasileira parecem os dois polos de um transtorno bipolar (ex “psicose maníaco depressiva”, que não soava muito bem, como que xingava o infeliz como psicótico, maníaco e depressivo).

    Uma canção equilibrada talvez seja uma antítese da idéia de uma canção. Algo como “tudo bem, nada de mais, nem de menos, vou levando a vida sem grandes arrebatamentos bons nem ruins” soaria ou depressivo (bah, que vidinha…) ou sem graça (bah, que vidinha…).

    Mas eu queria falar da conclusão pouco saudável… E o melhor exemplo literário de que lembro é uma frase de McBeth, já se percebendo derrotado, sem esperança, que se refugia nessa conclusão pouco saudável ou, mais precisamente, ponto de vista “de fora” do mundo, da vida, com uns ares de desdém como o da raposa que, não alcançando as uvas, diz que elas devem estar verdes. O trecho:

    To-morrow, and to-morrow, and to-morrow,
    Creeps in this petty pace from day to day,
    To the last syllable of recorded time;
    And all our yesterdays have lighted fools
    The way to dusty death. Out, out, brief candle!
    Life’s but a walking shadow, a poor player
    That struts and frets his hour upon the stage
    And then is heard no more. It is a tale
    Told by an idiot, full of sound and fury
    Signifying nothing.

    A rigor, estou inteiramente de acordo com McBeth/Shakespeare, ressalvando que esse ponto de vista “distanciado” é refúgio de quem fracassou (e, ok, volta e meia me refugiei assim…) ou, dito de outro modo, é a ressaca de quem foi idiota ou ordinário ao contar sua própria aventura, sem conseguir dar a ela nenhum sentido, apesar ou mesmo de tantos efeitos especiais com que tentou enfeitá-la.

    Outra ressalva: é quase tudo cultura de wiki e google; tudo suscitado pelo “regrette”… Aliás, ainda bem que o google corrigiu meu riam por rien e várias outras “imprecisões” minhas… ou sabe-se-lá onde minha busca ia dar ou cruzar as pernas.

    Responder

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