Toujours… ®

02/07/2009 at 12:56 AM 4 comentários

Ele era da cor do verão. Foi ele quem disse. Eu não consegui evitar de rir do título. Eu não consegui evitar de achá-lo lindo, embora nunca houvéssemos sido apresentados. Esperançosa, naqueles dias de cochichos e postais, sugeria: “de repente, ele é só simpático”. Mas, não tinha jeito. Mesmo o príncipe Willian, um nórdico de  irresistíveis cortinas azuis ou Olivier Anchier admitiriam: lindo sim! E ponto! Era impossível ignorar aquele homem. Ele se vestia bem. Ele tinha olhos profundos. Ele era elegante e discreto. Ele estava em Paris. So far… tão perto das coisas que eu sempre amei. Ele era dos mesmos lugares. Ele era um dos meus, mas não entendia. Quando, de fato, conheci aquele homem, gostei da sua irônica reserva, da sua manhã amadeirada, da voz rouca. Gostei da doçura camuflada no rosto forte de garoto que sabe muito da vida e foge pouco das coisas. E ele era mais que lindo. Muito mais do que eu previa. Ele roubou minha retina sem esforço…  e eu, devagar, me vi largando um passado para abrir espaço nos braços e guardá-lo próximo ao coração. Ele era um dos meus. E eu sabia.

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Entry filed under: Perplexidades.

DEZ ® Passeio ®

4 Comentários Add your own

  • 1. Rafael  |  02/07/2009 às 12:37 PM

    Mon cœur a également arrêté que lorsque vous avez ouvert sourire argent. I, blanc comme le coton, debauchee couleur de l’été … voulais me rapprocher de vous durant ces deux semaines et lorsque finalement arrivé, j’ai réalisé ce qui n’est pas mal. Une femme, avec le raffinement et la sagesse, d’humour et d’intelligence. Des combinaisons d’explosifs. J’ai été l’un des vôtres. Vous avez été l’un des miens. Et nous avons tous les deux savaient… Et j’ai aimé vous un printemps et un été … et vous me gauche à Paris.

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  • 2. marjoriebier  |  02/07/2009 às 12:47 PM

    Olha como tu é branco, Rafeles… Da cor do verão foi o auge! Como não riria? Além do maaaaiiiisss, Paris inspiré. Et je vous a laissé en France … nous, c’est que nous perdons dans la vie.
    😉

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  • 3. Marcelo Cruz  |  02/07/2009 às 2:53 PM

    Marjorie, gosto do tom e do ritmo da tua prosa. Uma conversa de fim de tarde num típico café francês. A Cidade Luz se apaixona pelos apaixonados e, como mecionaste na resposta ao rapaz, inspira.

    N’est perdu dans la vie qui ont peur d’être trouvé

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  • 4. marjoriebier  |  02/07/2009 às 4:02 PM

    Marcelo, meu caro… realmente não se perde quem não quer ser encontrado… Obrigada pelas tuas vistas, pelas mensagens sempre tão carinhosas. Você também é um cidadão do mundo? C’est la vie…

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