Chuvaroa ®

22/05/2009 at 12:29 AM Deixe um comentário

São cinco e meia de uma tarde que se demora em passar… Meu amor, como pode ser tão cruel a pausa na respiração de quem espera? Hoje, de todos os temporais que nos separam, guardei o vendaval das tuas mãos, o clarão rimado da retina. Aprendi a gotejar de ti os sorrisos, as vogais de espanto, o sabor secreto das frases homeopáticas dosadas enquanto meu coração umedece. E se essa tarde não passa e se o verbo não chega e se o telefone não toca… há de se ter na água que nos divide o mesmo gosto e o mesmo gesto de quem parte e deixa a saliva como leito para esse amor que na sua garoa me enlouquece.

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Entry filed under: Perplexidades.

Aquecimento Global ® Uns gaúchos que ainda vão dar o que falar…

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