Velozes e furiosos ®

13/05/2009 at 12:03 PM 5 comentários

Ontem, aquela tarde longe em que não fomos a Budapeste. Tua moto preta envenenada. Nossos cabelos sob a imensidão desbotada. Nenhum fragmento de pó como testemunha. Se eu te amasse, encheria esse azul que não me habita. Se não te amasse, usaria pantufas cor de vinho pra abafar esse nosso clima rarefeito. Mas somos feitos de instantes. Eu e você somos feitos de ferrugem e velocímetros. Quando um pára, o outro voa. Quando o outro ventila, a tarde dorme.

Anúncios

Entry filed under: Perplexidades.

Magazine Luíza ® Poeminha frutífero ®

5 Comentários Add your own

  • 1. Ricardo  |  13/05/2009 às 12:10 PM

    A oposição atrai, tudo é mais atraente nas diferenças…

    Responder
  • 2. Enrico Fezzin  |  13/05/2009 às 12:16 PM

    Não fomos a Budapeste, mas estivemos perto.

    Responder
  • 3. Leandro  |  13/05/2009 às 8:03 PM

    calma, calma, to aqui, to aqui…

    Responder
  • 4. marjoriebier  |  13/05/2009 às 8:10 PM

    Tinha era que estar aqui! rsrsrs…

    Responder
  • 5. Eduardo Ritter  |  16/05/2009 às 6:52 AM

    Não gosto e nunca gostei de motos. Muito menos do Velozes e Furiosos

    Responder

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Trackback this post  |  Subscribe to the comments via RSS Feed


Sigam-me os bons!


%d blogueiros gostam disto: